fundo parallax

O CONTO

VOCÊ SEMPRE FOI MEU AMANHÃ
7 de março de 2009
FLOR D’ELIS
8 de maio de 2009
Vizualizar imagem da Ideia

Fechando os olhos posso ver
Não defino, mas conheço seus detalhes
Disperso, quase longe
O outono me traz
Singelo, nem ouço
As lembranças que aqui jaz
De tempos outrora esquecidos
Posso seguir sem destinos
Vivo, desprendido
Caminho no mais suave desalinho
Vibrante, aquele som do vento
Transporta meu sentimento
A um lugar restrito
Os puros não reconhecem
As árvores de pecados escondidos
Viajantes, desconhecidos
Em seus desejos se assemelham
O olhar longínquo, sem algo previsto
Ao anoitecer, divagam os feridos
Sem saber do novo dia
Distante, a muito
Não se veem passos
Apenas sussurros, chamados
Outro dia se aponta
Sem testemunha ou réu
O dia se encerra
A noite caí como um véu
O corpo celeste se mostra
Reluzente e pontual
Vela o coração e algo mais
Além, ilimitada
Cada vida e saudade alada
Que divide uma dádiva
Sem vestígio conhecido
Há um rastro, um exemplo
Cópia irregular do infinito
A voz se encerra
Junto com cada luz que se apaga
A névoa já se afasta
E em mim sinto o gosto
Do veneno que melhor me agrada


2 Comentários

  1. Sheila disse:

    Se não existisse os poemas nada poderia te descrever,suas palavras são únicas em um mundo de palavras ilusorias…..em suas palavras só encontro a glória de te-lo como amigo……ADOREIIII O CONTO assim como tdos os seus textos

  2. Nice disse:

    S ei que serei esquecida
    a ssim e a lei deste mundo
    u m doce sonho esquecido
    d ura apenas um segundo
    a mor saudade e paixão
    d oces sonhoe que se vão
    e fica apenas a saudade
    s olusando no coração

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *