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HÁ DE SER

DA VIDA
7 de junho de 2010
QUASE PARAISO
15 de junho de 2010
Vizualizar imagem da Ideia

Por que ir? Quem permite esta jornada?
Ele, Eu, você? Não sei
Quem mais teria essa atitude adotada?

Suponho então, que seja um devaneio
Se busco entender isso ou aquilo
Me supre porém, permancer no meio

Por ora quem deseja, outra que repudia
De onde venho, hei de voltar ao pó
Mais tarde ou talvez com a luz do dia

Quantas flores pelo caminho se destroçaram
Não foi pela chuva, nem pelo vento
Foram pelas pegadas que lá pisaram

O gesto decorou um movimento ingênuo
Distraiu a quem lhe atraia
Se transformando em um ardor extremo

Ergui os olhos, para ver onde me achava
Ao longe ouvi meu nome
Não percebi, que tão perto de mim estava

Vagando em meus pensamentos e mais um tanto
Procurei algum outro gracioso verso
Que ilustrasse todo o meu real encanto

Na luz do amanhecer a estrela diurna me indicava
De todos os longos caminhos, o mais bonito eu seguia
Era desse amor que o mundo se alimentava

Ao longe vejo os minutos que avançam
Em densas nuvens as horas morriam
O tempo já não volta aos que o desperdiçam

Hás de ter, de tudo um pouco do que me tornei
Quando forem mais tarde ver de perto
Todo o amor que um dia eu dediquei


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